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Professoras do Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção da UFF realizam visita técnica a fábrica de produtos ópticos Zeiss Brasil, em Petrópolis
No último dia 05/07/2023, as Professoras do Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção (TPP) e Departamento de Engenharia de Produção (TEP) da Universidade Federal Fluminense, Níssia Rosa Bergiante e Priscilla Cristina Cabral Ribeiro, a convite do Professor Paulo Roberto Pfeil G. Pereira (TEP/UFF), visitaram a fábrica de produtos ópticos Zeiss Brasil (pertencente ao grupo Carl Zeiss AG, líder em tecnologia do setor de óptica e optoeletrônica), em Petrópolis, RJ. A visita foi realizada com médicos, empresários do setor, professores da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), além de estudantes do curso de Engenharia de Produção da UFF/Niterói e da Meta Consultoria, empresa júnior da Escola de Engenharia (TCE/UFF).
Na oportunidade, foram realizadas palestra de apresentação da empresa, uma visita técnica no setor de produção da organização e apresentação do setor de atendimento ao cliente e gestão da empresa. A participação das Professoras nessa visita proporcionou adquirir conhecimentos que podem ser aplicados em suas disciplinas e projetos de pesquisa, além da realização de networking, e do fortalecimento da integração universidade-empresa.
EB Capital cria plataforma de R$ 600 milhões para investir em biogás
Por Natalia Viri.
Batizada de Bioo, nova empresa em parceria com a gaúcha Sebigás Cótica vai focar em resíduos industriais, e já tem três unidades previstas.
Após ter levantado um fundo de cerca de US$ 1 bi para investir em teses de impacto socioambiental, a EB Capital está reforçando sua vertical de soluções verdes com uma plataforma de R$ 600 milhões para investimento no setor de biogás.
Batizada de Bioo, a nova empresa vai começar com três unidades
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Sustainable and inclusive growth: A weekly briefing
Por Barbara Tierney.
Retailers need strategies to take on the “zero consumer” and other industry challenges.
A retailer’s actions in the next two to three years could position it for success in the next 20. This week, McKinsey looks at how retail executives can set a course through an industry roiled by widespread change. Meanwhile, separate articles delve into how generative-AI (gen AI) technology could help streamline routine healthcare tasks, and the steps institutional investors are taking to face a new era of instability.
Retail is a winner-take-most industry. The gap between winners and losers is widening, with the top 10 percent of publicly traded retailers now accounting for 70 percent of the industry’s profits. Staying a winner is even harder, particularly when the rules of the retail game are shifting so much. Take “zero consumers,” who shop across channels, show little loyalty, and expect sustainable products. Net zero is now a buying factor, as consumers vote with their wallets when it comes to sustainability and social responsibility. This confluence of challenges calls for a retail reset. Senior partners Becca Coggins, Franck Laizet, and coauthors recommend four areas where companies can focus, including evaluating business decisions using an environmental, social, and governance (ESG) lens.
Generative-AI technology generates both excitement and apprehension, and nowhere is that more true than in healthcare, where patient data must be handled with extreme care. Gen AI, which can automate tedious and error-prone operational work, represents a potential breakthrough when it comes to clinical notes, diagnostic images, medical charts, and recordings. Many healthcare organizations can start using gen AI by applying the technology to these administrative and operational tasks, streamlining workflows and allowing providers to focus more resources on patient care. Senior partner Damien Bruce and his team look at these emerging use cases for private payers, hospitals, and physician groups.
Institutional investors, accustomed to decades of economic stability that helped bring steady growth and strong returns, are facing a new era of uncertainty. To understand how they are responding, senior partners Sacha Ghai, Marcos Tarnowski, and colleagues interviewed senior executives at 40 of the world’s leading pension and sovereign-wealth funds. The interviews revealed that investors are looking to integrate environmental and social considerations into their investing strategies, but that they are at different stages in that journey.
Here are other recent notable findings from McKinsey research:
- Adapting, not hunkering down. In McKinsey’s latest CFO pulse survey, more than half of finance leaders said they are still optimistic about their industries’ growth rate in the next year. However, they continue to view inflation as a big risk to company growth, partner Ankur Agrawal and colleagues note, with 58 percent citing it as the top threat, up from 33 percent in our Q3 2022 survey.
- Senior partner Alessandro Agosta and coauthors discuss how Europe has come to shape global gas markets, and outline the opportunities for gas and liquefied natural gas suppliers to partner with buyers on energy transition, including additional decarbonization mechanisms.
- A recent edition of Author Talks features Dr. Rina Bliss, genetics expert, sociologist, and associate professor of sociology at Rutgers University, speaking about her new book, Rethinking Intelligence: A Radical New Understanding of Our Human Potential (HarperCollins, Spring 2023). The author discusses how environments and cultures, more so than genetics, shape our intelligence.
- The newest McKinsey Explainer offers a primer on digital-twin technology, and how it can help organizations simulate real situations and their outcomes.
McKinsey strives to create inclusive growth through collaborations with clients and local communities. To learn more about our firm’s ESG-related actions and commitments, read comments from global managing partner Bob Sternfels, and download the entire document, visit McKinsey’s 2022 ESG report.
This briefing note, based on McKinsey’s latest published insights, was prepared by Barbara Tierney, a senior editor in McKinsey’s New York office.
Fonte: https://www.mckinsey.com/featured-insights/sustainable-inclusive-growth/sustainable-and-inclusive-growth-a-weekly-briefing?stcr=5687ACF0CCE24B13A1E39981B4A6EA09&cid=other-eml-alt-mip-mck&hlkid=43cf5759d4bc46619476ffdb275f45af&hctky=13002985&hdpid=15a70e51-afc1-4938-8cf2-5c2053794203
Fashion Revolution: Como o movimento busca justiça e transparência na moda
Por Fernanda Bastos.
Uma das frentes do movimento é o Fórum Fashion Revolution, que tem inscrições abertas até 24 de julho
O setor da moda é um dos que mais poluem os rios e descartam resíduos em grandes lixões a céu aberto – como acontece com os rios indianos que mudam de cor de acordo com os tingimentos usados nas coleções da estação ou no deserto do Atacama, localizado no norte do Chile. Foi pensando em reverter este cenário que surgiu o movimento global Fashion Revolution (do inglês, revolução da moda), que propõe mudanças estruturais na moda através de diferentes intervenções. “Temos o objetivo de revolucionar a moda para que ela preserve e regenere o meio ambiente, valorizando as pessoas e a natureza acima do crescimento e do lucro”, disse Isabella Luglio, coordenadora educacional do Fashion Revolution em entrevista para a EXAME ESG.
Segundo dados de 2022 do Observatório de Complexidade Econômica (OEC), o Chile é o maior importador latino-americano de roupas usadas, recebendo 90% dessa categoria de produtos. Outro dado relevante, dessa vez da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), é que o Brasil produz mais de quatro milhões de toneladas de resíduos têxteis, dentre eles, retalhos da indústria e peças de couro.
Fonte: https://exame.com/esg/fashion-revolution-como-o-movimento-busca-justica-e-transparencia-na-moda
Creating a more sustainable, inclusive, and growing future for all
Por Sérgio Teixeira Jr.
O governo americano aprovou ontem a produção e a venda da carne de frango cultivada nos laboratórios de duas startups, uma decisão há muito aguardada pelo nascente setor de proteínas alternativas.
A decisão do Departamento de Agricultura vem meses depois do parecer favorável emitido pela agência de
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Além de frango, há startups tentando criar carne de porco, de vaca e de peixe em seus laboratórios. Empresas de alimentos brasileiras como JBS e BRF já fizeram apostas defensivas nessas companhias.
“A aprovação vai mudar de forma fundamental a maneira como a carne chega à nossa mesa”, afirmou em co
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EUA liberam venda de carne de frango cultivada em laboratório
Por Sérgio Teixeira Jr.
O governo americano aprovou ontem a produção e a venda da carne de frango cultivada nos laboratórios de duas startups, uma decisão há muito aguardada pelo nascente setor de proteínas alternativas.
A decisão do Departamento de Agricultura vem meses depois do parecer favorável emitido pela agência de
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Além de frango, há startups tentando criar carne de porco, de vaca e de peixe em seus laboratórios. Empresas de alimentos brasileiras como JBS e BRF já fizeram apostas defensivas nessas companhias.
“A aprovação vai mudar de forma fundamental a maneira como a carne chega à nossa mesa”, afirmou em co
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Fonte: https://www.capitalreset.com/eua-liberam-venda-de-carne-de-frango-cultivada-em-laboratorio/?utm_campaign=23062023_-_frango_de_proveta&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
Um mapa inédito do carbono estocado no solo brasileiro
Por Natalia Viri
Uma ferramenta inédita que está sendo lançada hoje pelo MapBiomas traz o mapa de um ativo vital para a economia verde: o estoque de carbono nos solos brasileiros.
A plataforma traça a evolução desse indicador de 1985 a 2021 para todos os biomas do Brasil, num momento em que cresce a pressão por téc
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Aluno do TPP realizará doutorado sanduíche Brasil-Portugal
O doutorando Miguel Lellis, orientado do Professor Carlos Francisco Simões Gomes, teve aprovado junto a CAPES, sua bolsa de doutorado sanduiche a ser realizado em Portugal no ISEP junto com a professora Maria Teresa Ribeiro Pereira.
Doutorado sanduiche que se enquadra no protocolo firmado entre este programa de pós da graduação e o ISEP (PORTO – PORTUGAL).
CARBONO ZERO: Seu carro elétrico será chinês?
SEU CARRO ELÉTRICO SERÁ CHINÊS? por Sérgio Teixeira Jr.
Elon Musk e a Tesla podem ser os nomes que vêm primeiro à mente quando se pensa na revolução dos carros elétricos, mas a maior ameaça ao status quo da indústria automobilística está na China. Por lá, centenas de empresas fabricam veículos movidos puramente a eletricidade ou os chamados híbridos plug-in, equipados com tanque de gasolina e também bateria. Algumas das grandes montadoras chinesas começam a mostrar ambições além de suas fronteiras. E o Brasil faz parte desses planos de expansão global, mesmo com as incertezas sobre a forma como se dará a descarbonização da frota por aqui. Uma das empresas de olho no mercado brasileiro é a BYD. A companhia, que nasceu fabricando baterias para celulares nos anos 1990, tomou o lugar da Tesla no topo dos rankings de maior fabricante e maior vendedora de carros elétricos.
A Great Wall Motors também está priorizando o mercado brasileiro em sua estratégia de crescimento internacional, afirma Ricardo Bastos, diretor de assuntos institucionais da GWM Brasil. A companhia planeja começar a fabricar seus carros em Iracemápolis, no interior de São Paulo, em maio do ano que vem. Inicialmente serão dois modelos: uma picape e um SUV. A fábrica terá capacidade para 100 mil unidades por ano, e entre a produção local e os importados a GWM pretende lançar 10 modelos no país em três anos. Vencendo a resistência. Tanto aqui como no resto do mundo, as marcas chinesas terão de provar mais que pioneirismo e capacidade de fabricar em grandes volumes. “Quando se fala de imagem negativa de veículos chineses, isso está muito ligado aos carros vendidos no Brasil há mais de dez anos”, diz Bastos. O esforço de tornar o nome conhecido será grande. A empresa vai lançar uma campanha de marketing nacional em julho. A agência de publicidade África fez um spinoff (batizado de Ásia) para cuidar da conta. O plano da GWM também inclui 52 lojas de rua espalhadas pelo país até o fim do ano, além de 38 outras em shoppings. A história das montadoras chinesas será diferente desta vez porque a experiência de dirigir – e manter – um veículo elétrico é outra, diz o executivo. “A compra pode ser feita pela internet, e o carro é entregue na casa do cliente. Alguns reparos podem ser feitos via internet, com ‘oficinas remotas’, e o [software do] veículo também recebe atualizações regulares da nuvem.”
Trata-se de uma diferença essencial, que pode ter influência nos rumos da indústria automobilística nacional. |
Foi o aumento da participação dos elétricos (tanto puros quanto híbridos plug-in) no total de carros novos vendidos no mundo no ano passado em comparação com 2021 |
Elétrico ou etanol? A visão corrente, tanto da parte das montadoras tradicionais quanto do governo, é que o caminho para cortar as emissões dos carros brasileiros passa pelos motores flex associados à tecnologia híbrida. Mas a aposta da indústria, pelo menos por enquanto, é nos híbridos convencionais, em que a bateria é carregada somente na frenagem e também com o funcionamento do motor a combustão. Na prática, isso significa que o veículo não pode ser plugado na tomada. A gasolina ou o etanol continuam sendo os principais responsáveis pela propulsão. Isso tem implicações importantes de custo. A mesma bateria que equipa um sedã grande 100% elétrico é suficiente para fabricar cerca de 90 híbridos convencionais. A bateria é o item mais caro de um veículo elétrico, e as montadoras do mundo todo estão correndo para garantir o acesso aos minerais básicos de sua composição. |
O FUTURO DO BRASIL NO TSUNAMI ELÉTRICO |
Rafael Chang, presidente da Toyota no Brasil, diz ao Reset que os híbridos flex convencionais são o caminho natural para o mercado brasileiro. “Cada região e cada país tem uma realidade diferente. As tecnologias têm que estar adaptadas a elas.” Outro ponto importante, afirma Chang, é a virtual inexistência de uma rede de recarga de baterias no país – enquanto o etanol está disponível em todos os postos de abastecimento. Flex e plug-in. Bastos, da GWM, diz não enxergar um dilema do ovo ou da galinha (o que virá primeiro, o carro elétrico ou a infraestrutura de carregamento?). Mas a companhia oferece aos compradores de seus veículos importados um esquema para adquirir com desconto um equipamento fabricado pela Weg para cargas rápidas em casa.
A associação das montadoras brasileiras defendeu em fevereiro o fim da isenção de imposto de importação para carros elétricos, mas existe a possibilidade de que eles comecem a ser fabricados dentro do país pelas empresas chinesas. Último refúgio do motor a combustão? O setor deseja uma transição controlada, mas o movimento que se observa no resto do mundo começa a ganhar ares de um tsunami tecnológico se aproximando da indústria. Os elétricos (puros e híbridos plug-in) responderam por 14,9% do total de carros vendidos no mundo no ano passado, um salto de 55% em relação a 2021, segundo a McKinsey.
O Brasil, um dos grandes mercados automotivos do mundo, vai se tornar uma ilha? A tecnologia flex “não é uma jabuticaba”, afirma Chang, da Toyota. Além de servir de polo exportador para o restante da América Latina, o Brasil pode levar a tecnologia para países emergentes em que o etanol também é uma solução viável, como Índia e Indonésia. Mas, hoje, o Brasil segue o único mercado relevante em que o etanol está de fato disponível nas bombas. A BYD negocia com o governo da Indonésia a instalação de uma fábrica de ônibus elétricos e potencialmente também uma de baterias (a empresa é uma das maiores fabricantes do mundo). E nesta semana, depois de um encontro com o premiê indiano, Narendra Modi, Elon Musk afirmou estar “confiante” de que a Tesla logo estará presente no país. Fonte: https://www.capitalreset.com/ |









